Ouvi há pouco na Rádio Comercial que hoje se comemora o dia da Alimentação. E dizia a locutora para hoje comermos tudo o que quisermos para festejar. Já se sabe que não se faz uma festa com peixe cozido e bróculos, né?
Estou tentada a seguir o seu conselho!
Por mim, a festa era assim:
16 de outubro de 2012
15 de outubro de 2012
Cãokenstein
O filme estrei em breve e conta a história de um menino que não aguentou perder o seu cão e vai usar os poderes da ciência para trazer de volta o seu querido animal de estimação. Em Setembro fez um ano que perdi o meu super amigo e carinhoso animal de estimação: o meu cão. Sem usar os poderes da ciência, lá fomos em Dezembro do ano passado buscar um outro companheiro para preencher o vazio que se sentia cá em casa.
Assim foi. Lindo e bem simpático... chegou cá a casa uma versão do frankenstein. Comeu primeiro a casa toda. Foi o terror, tal como no filme. E depois comeu um brinquedo e teve que ser retalhado e operado três vezes para o retirar da barriga. E como se não bastasse comeu a cama dele. Ficou a dormir no chão e agora está a coxear de uma pata. E está neste momento no veterinário. O meu retalhadinho e coxinho tem pouco mais de um ano e já uma longa história de retalhos à semelhança do que ilustra a imagem promocional do filme que estreia em breve e que, decididamente, não vou perder. Calha que o Tim Burton me conheceu algures numa outra vida e que esta é a história do meu filho com o nosso cão? LOL... há que ir ver por mais assustadora que seja a história. Uma lição que posso retirar desta experiência: não há cães iguais (tal como não há pessoas iguais) mas há, de facto, um amor incondicional que só os animais são capazes de transmitir. Ou já viram alguém correr todos os dias na vossa direcção - quando chegam a casa - sempre com vontade de vos dar beijinhos e ansiando furiosamente por umas horas de puro divertimento e convívio convosco? Pois é... dá que pensar. Tadito do meu cãozito coxito. A ver se volta melhor do doutor!
Assim foi. Lindo e bem simpático... chegou cá a casa uma versão do frankenstein. Comeu primeiro a casa toda. Foi o terror, tal como no filme. E depois comeu um brinquedo e teve que ser retalhado e operado três vezes para o retirar da barriga. E como se não bastasse comeu a cama dele. Ficou a dormir no chão e agora está a coxear de uma pata. E está neste momento no veterinário. O meu retalhadinho e coxinho tem pouco mais de um ano e já uma longa história de retalhos à semelhança do que ilustra a imagem promocional do filme que estreia em breve e que, decididamente, não vou perder. Calha que o Tim Burton me conheceu algures numa outra vida e que esta é a história do meu filho com o nosso cão? LOL... há que ir ver por mais assustadora que seja a história. Uma lição que posso retirar desta experiência: não há cães iguais (tal como não há pessoas iguais) mas há, de facto, um amor incondicional que só os animais são capazes de transmitir. Ou já viram alguém correr todos os dias na vossa direcção - quando chegam a casa - sempre com vontade de vos dar beijinhos e ansiando furiosamente por umas horas de puro divertimento e convívio convosco? Pois é... dá que pensar. Tadito do meu cãozito coxito. A ver se volta melhor do doutor!
Tempos de mudança
Não gosto de nada, não quero comprar nada, não me apetece ir a festas e vestir-me todos os dias é um suplício. Estou naquilo a que chamo fase Adidas, qualquer equipamento desportivo tipo fato de treino serve para eu andar por aí... nas limpezas, no supermercado e nos poucos eventos que ainda me conseguem convencer: cinema. Fui ver «Terapia a dois», um filme com dois actores que amo de paixão e um filme que é muito engraçado de ver porque tem uma mensagem subliminar, que devia estar a cumprir à risca: se não gostas da forma como está a tua vida, faz alguma coisa para a mudar. Vale a pena ver. Os actores são bons e transformam um argumento que à primeira vista poderia ser banal num elenco de grande qualidade. Gostei. E fiquei com muita vontade de mudar alguma coisa. Mas, como sempre, fiquei-me pela vontade. Sinto porém que dentro de mim cresce o sentimento da fúria da mudança e portanto, mais cedo ou mais tarde, conhecendo-me eu como conheço, alguma coisa vai mudar. Resta saber que mudança me espera desta vez. A fúria o dirá. E o roupeiro, decerto, dará uma preciosa ajuda!!! Nisso estou tão segura como a Cathy.
Cathy = mim
Comecei a gostar da Cathy Guisewite quando trabalhei ao lado de uma colega que era magra que nem uma cadela vadia. Todos os dias eu chegava e ambicionava ser como ela: vestir o 38. Um dia ela ofereceu-me o meu primeiro livro da Cathy com o título maravilhoso «acordem-me quando eu vestir o 38».
Hoje, muitos anos volvidos, ela continua magrérrima e eu descobri que a Cathy é uma encarnação da minha pessoa: gorda, gosta de trabalhar e acha sempre que as palavras certas saem sempre da boca errada. E NUNCA vai vestir o 38.
E assim fui eu - íman de frigorífico - desde, pelo menos, quinta-feira.
Acordar às 5 da matina e preparar tudo para ir para o congresso. Fazer 300 quilómetros com um café com leite e duas fatias de pão de espelta no "buxo". Chegar a correr porque já havia trabalho para fazer... e descansar no intervalo onde se come apenas folhados mistos e uns bolinhos. E pronto, a partir daí vem a desgraça. O almoço, o não comer mais nada até ao jantar, o jantar regado a sangria e cigarros (e eu que tinha deixado de fumar em Agosto!) e a incapacidade total de controlar o cérebro e deixar-me levar pelo stress, pelo contexto, pela ansiedade e... pela gula. Sou definitivamente uma pecadora e uma pessoa fraca nisto da comida. E pior. Podia ter-me dado isto num só dia...???? Poder podia, mas não era a mesma coisa. Teve que ser até domingo e hoje ainda estou a calibrar. Nova crise ao final do dia e já enfardei milhares de bolachas. MEDO! Enfim, em busca do equilibrio perdido....
Hoje, muitos anos volvidos, ela continua magrérrima e eu descobri que a Cathy é uma encarnação da minha pessoa: gorda, gosta de trabalhar e acha sempre que as palavras certas saem sempre da boca errada. E NUNCA vai vestir o 38.
E assim fui eu - íman de frigorífico - desde, pelo menos, quinta-feira.
Acordar às 5 da matina e preparar tudo para ir para o congresso. Fazer 300 quilómetros com um café com leite e duas fatias de pão de espelta no "buxo". Chegar a correr porque já havia trabalho para fazer... e descansar no intervalo onde se come apenas folhados mistos e uns bolinhos. E pronto, a partir daí vem a desgraça. O almoço, o não comer mais nada até ao jantar, o jantar regado a sangria e cigarros (e eu que tinha deixado de fumar em Agosto!) e a incapacidade total de controlar o cérebro e deixar-me levar pelo stress, pelo contexto, pela ansiedade e... pela gula. Sou definitivamente uma pecadora e uma pessoa fraca nisto da comida. E pior. Podia ter-me dado isto num só dia...???? Poder podia, mas não era a mesma coisa. Teve que ser até domingo e hoje ainda estou a calibrar. Nova crise ao final do dia e já enfardei milhares de bolachas. MEDO! Enfim, em busca do equilibrio perdido....
Yoga
Hoje comecei as minhas aulas de yoga, duas vezes por semana. A aula correu bem embora não consiga fazer todos os exercicios.
Mas hei-de chegar lá nem que seja com 100 anos.
Mas hei-de chegar lá nem que seja com 100 anos.
14 de outubro de 2012
Acho que sou um génio
Diz um novo estudo que os génios têm maior tendência para comer muito chocolate. Parece que o chocolate pode aumentar a performance cognitiva.
Assim sendo, parece-me até um bocado perigoso deixar de comer chocolate!
Subscrever:
Mensagens (Atom)





