Estava eu hoje no ginásio a tentar caber num dos dois pares de calças que me servem a pensar que estava gorda e mal vestida e outras coisas parecidas quando eis que ouço este diálogo
Oh Joana quanto é que pesas?
54 kgs
Ai, ó pá hoje pesei-me e tenho 50 kgs.
Depois disto o único pensamento que me ocorreu foi
Bolos. Muitos bolos cheios de chocolate e de creme. Já!
27 de novembro de 2012
19 de novembro de 2012
Sem Banda Sonora
O meu leitor de mp3 avariou-se. Carreguei-lhe a bateria e quando ia ligá-lo, não liga. Recusa-se. Nem uma luzinha acende. O pânico foi total. O meu zen creative ia comigo para todo o lado. E agora?
Por causa do Gaspar não dá para comprar outro. Sim, porque nem pensar em comprar apenas 2 gigas. Isso não é nada para mim. Para me acompanhar só para cima de 16 gigas de música: selecção para dias de sol, para dias de inverno, para o ginásio, para o regresso a casa e claro, rádio. E ir arranjar aquele? Ainda não tive coragem para ir ouvir o orçamento do arranjo. :s
Por isso agora ando sem música. Ouço as minhas próprias passadas na rua, ouço o pessoal a arfar de cansaço no ginásio e o pior ouço as conversas dos outros nos transportes públicos. E se por um dia tudo isto é engraçado, ao fim de algum tempo é assustador, é aborrecido e o percurso trabalho-casa deixa de parecer um filme e passa a ser um simples percurso trabalho-casa. Andar na rua com música é como aquela cena do filme Notting Hill em que o Hugh Grant anda pelo mercado e as estações passam ao som de Ain't no Sunshine. Uma cena perfeita! Agora vejam essa cena em mute... Ver, vê-se mas não é a mesma coisa, certo?. Assim é a minha vida sem leitor de mp3. Não é DE TODO a mesma coisa.
Por causa do Gaspar não dá para comprar outro. Sim, porque nem pensar em comprar apenas 2 gigas. Isso não é nada para mim. Para me acompanhar só para cima de 16 gigas de música: selecção para dias de sol, para dias de inverno, para o ginásio, para o regresso a casa e claro, rádio. E ir arranjar aquele? Ainda não tive coragem para ir ouvir o orçamento do arranjo. :s
Por isso agora ando sem música. Ouço as minhas próprias passadas na rua, ouço o pessoal a arfar de cansaço no ginásio e o pior ouço as conversas dos outros nos transportes públicos. E se por um dia tudo isto é engraçado, ao fim de algum tempo é assustador, é aborrecido e o percurso trabalho-casa deixa de parecer um filme e passa a ser um simples percurso trabalho-casa. Andar na rua com música é como aquela cena do filme Notting Hill em que o Hugh Grant anda pelo mercado e as estações passam ao som de Ain't no Sunshine. Uma cena perfeita! Agora vejam essa cena em mute... Ver, vê-se mas não é a mesma coisa, certo?. Assim é a minha vida sem leitor de mp3. Não é DE TODO a mesma coisa.
14 de novembro de 2012
13 de novembro de 2012
Dioguinho...agora magrinho
Durante toda a minha vida, vive de perto a história do filho da vizinha de baixo da minha mãe. É uma família completamente diferenciada. A mãe já teve vários maridos e tem dois filhos, um de cada qual dos maridos. O mais velho, tratado por Dioguinho, foi desde cedo obeso. Chegou mesmo a extremos de obesidade em que nem sequer saía de casa para ir estudar e ficava o dia todo a ver filmes e a jogar no computador. O miúdo claramente não tinha culpa e é mesmo o único que se aproveita (em simpatia e normalidade) naquele primeiro andar do prédio da minha mãe.
A certa altura o belo do Dioguinho colocou a banda gástrica e começou para ele toda uma nova vida: saía de casa, tinha amigos, ia trabalhar para uma loja de artigos desportivos. Ainda assim, a família não ajudou e o miúdo voltou a engordar. Até que, há uns dias, cruzei-me com o miúdo nas escadas do prédio da minha mãe. Esta já me havia informado que o Dioguinho estava completamente irreconhecível de magro que estava. Não quis acreditar. Até ao dia em que os meus olhos viram o Dioguinho, magro, magrinho, parece um autêntico palitinho. É o trauma. Até aquele que no bairro iria sempre ser encarado como gordo e sem solução, está magro que nem um vadio cão.
Impõem-se saber o que ele fez porque nem a Dra. M. teria capacidade de efetuar no Dioguinho tamanha transformação. O miúdo, hoje já um homen, está fantástico.
Ainda bem para ele. Fico feliz por ele. Sinceramente. Não conheço o miúdo a ponto de dizer bem ou mal do rapaz mas fico feliz que ele tenha conseguido reverter a história triste de obesidade e marginalização que toda a vida o acompanhou.
Fico triste porque cada vez que penso nisso penso que deveria ter força de vontade para reverter a minha própria história e não estou a conseguir. O stress não me larga e a força de vontade abandonou-me. Só vos digo, a sorte é que não sou nada depressiva porque senão já estava a caminho de um qualquer hospital, para me deitar numa maca e ser excluída de estômago para que rapidamente me pudesse juntar ao clube do Dioguinho Magrinho.
Enfim, melhores dias virão.
A certa altura o belo do Dioguinho colocou a banda gástrica e começou para ele toda uma nova vida: saía de casa, tinha amigos, ia trabalhar para uma loja de artigos desportivos. Ainda assim, a família não ajudou e o miúdo voltou a engordar. Até que, há uns dias, cruzei-me com o miúdo nas escadas do prédio da minha mãe. Esta já me havia informado que o Dioguinho estava completamente irreconhecível de magro que estava. Não quis acreditar. Até ao dia em que os meus olhos viram o Dioguinho, magro, magrinho, parece um autêntico palitinho. É o trauma. Até aquele que no bairro iria sempre ser encarado como gordo e sem solução, está magro que nem um vadio cão.
Impõem-se saber o que ele fez porque nem a Dra. M. teria capacidade de efetuar no Dioguinho tamanha transformação. O miúdo, hoje já um homen, está fantástico.
Ainda bem para ele. Fico feliz por ele. Sinceramente. Não conheço o miúdo a ponto de dizer bem ou mal do rapaz mas fico feliz que ele tenha conseguido reverter a história triste de obesidade e marginalização que toda a vida o acompanhou.
Fico triste porque cada vez que penso nisso penso que deveria ter força de vontade para reverter a minha própria história e não estou a conseguir. O stress não me larga e a força de vontade abandonou-me. Só vos digo, a sorte é que não sou nada depressiva porque senão já estava a caminho de um qualquer hospital, para me deitar numa maca e ser excluída de estômago para que rapidamente me pudesse juntar ao clube do Dioguinho Magrinho.
Enfim, melhores dias virão.
12 de novembro de 2012
Inverno
Não me dou muito bem com o Inverno. Fico nostálgica, introspectiva. Mesmo em dias de sol, as árvores despidas, as camadas de roupa, os cachecóis só me dão vontade de ficar debaixo da manta a ver séries. Ou secalhar isto hoje é só porque tive que trabalhar o fim de semana inteiro e ontem às 9 da noite estava na cama. O certo é que cada vez estou mais convencida que a minha felicidade passa por trabalhar alguns dias a partir de casa, o que no meu trabalho é perfeitamente possível. Faz-se tudo pela net e só preciso de um computador e telefone. Consigo concentrar-me perfeitamente, sem distrações, sem reuniões improdutivas e com mantinha nas pernas.
O que este tempo me faz também é ter vontade de comer. Comer coisas quentinhas, comer bolinhos e torradinhas acompanhadas por chazinho. Este fim de semana foi novamente o descalabro porque estive a trabalhar e não tive paciência para me preocupar com a dieta. A vontade de emagrecer está cá e é muita mas há outras preocupações, há outros objectivos que me estão a levar as forças todas. A dieta vai ficando para trás.
O que este tempo me faz também é ter vontade de comer. Comer coisas quentinhas, comer bolinhos e torradinhas acompanhadas por chazinho. Este fim de semana foi novamente o descalabro porque estive a trabalhar e não tive paciência para me preocupar com a dieta. A vontade de emagrecer está cá e é muita mas há outras preocupações, há outros objectivos que me estão a levar as forças todas. A dieta vai ficando para trás.
6 de novembro de 2012
2 de novembro de 2012
Mais um estudo sobre emagrecimento
Então parece que chegaram à conclusão que ver filmes de terror queima calorias.
Puseram pessoas a ver filmes de terror clássicos e elas queimaram tantas calorias como em caminhadas de meia hora.
Eu não sei quem são estas pessoas que queimam calorias com sustos ficcionais, mas digo-vos que sempre que ouço as notícias, vejo o Gaspar ou o Passos de Coelho a falar, apanho grande cagaços e não emagreço. Pelo contrário. Dá-me vontade de comer este mundo e o outro.
A notícia sobre o estudo aqui: http://www.boasnoticias.pt/noticias_Filmes-de-terror-podem-ser-aliados-para-emagrecer_13236.html
Puseram pessoas a ver filmes de terror clássicos e elas queimaram tantas calorias como em caminhadas de meia hora.
Eu não sei quem são estas pessoas que queimam calorias com sustos ficcionais, mas digo-vos que sempre que ouço as notícias, vejo o Gaspar ou o Passos de Coelho a falar, apanho grande cagaços e não emagreço. Pelo contrário. Dá-me vontade de comer este mundo e o outro.
A notícia sobre o estudo aqui: http://www.boasnoticias.pt/noticias_Filmes-de-terror-podem-ser-aliados-para-emagrecer_13236.html
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