Este final de ano não vou pedir 12 desejos. Acabo sempre a desejar a mesma coisa e nunca se concretizam.
Em vez disso, vou tomar resoluções e fazer planos. E daqueles para seguir durante os 12 meses e não apenas na primeira semana de Janeiro.
28 de dezembro de 2012
27 de dezembro de 2012
Fome Emocional
Deparei-me com este termo numa revista feminina. Então parece que fome emocional é quando comemos sem ter fome. Estamos a dar de comer aos nossos sentimentos. Feliz, triste, em stress ou simplesmente aborrecida a solução é sempre comer qualquer coisa. Pelos artigos que andei a ler, parece que as mulheres preferem mais gelados, chocolates e bolachas mas a comida escolhida também depende do sentimento. Revi-me neste conceito.
Parece que quando a fome é emocional, o cérebro pede um alimento específico e não se satisfaz com qualquer comida, ao contrário da fome física. Dai a vontade de chocolates ou de comida calórica. Surpreendo-me sempre com estas complicações do nosso cérebro, com estes substitutos que criamos quando não conseguimos lidar com as nossas emoções, com as ligações que criamos desde pequenos entre sentimentos e comida como solução. Somos uma espécie mesmo complicadinha! :) E quanto mais vemos o corpo a deformar-se com a nossa dieta emocional, menos conseguimos lidar com esses sentimentos e mais fome emocional temos. E como é que saimos daqui?
Andei a pesquisar na net pelo termo e encontrei alguns artigos interessantes que aconselho a quem se interesse pelo tema. Este explica o conceito de fome emocional e no fim tem algumas dicas para minimizar a situação http://www.webmd.com/diet/features/emotional-eating-feeding-your-feelings
No final do artigo encontram links para outros artigos sobre o tema também muito bons. Gosto de ler estes artigos porque fico assim como que consciencializada para o assunto e de certa maneira ajudam-me a evitar maiores devaneios alimentares. A próxima vez que me apetecer comer M&Ms até cair para o lado, já sei que me vou lembrar das dicas para parar que estão nestes artigos.
Ora ai está uma boa resolução de ano novo: acabar com a fome emocional, ocupando o cérebro com actividades bem mais interessantes.
Parece que quando a fome é emocional, o cérebro pede um alimento específico e não se satisfaz com qualquer comida, ao contrário da fome física. Dai a vontade de chocolates ou de comida calórica. Surpreendo-me sempre com estas complicações do nosso cérebro, com estes substitutos que criamos quando não conseguimos lidar com as nossas emoções, com as ligações que criamos desde pequenos entre sentimentos e comida como solução. Somos uma espécie mesmo complicadinha! :) E quanto mais vemos o corpo a deformar-se com a nossa dieta emocional, menos conseguimos lidar com esses sentimentos e mais fome emocional temos. E como é que saimos daqui?
Andei a pesquisar na net pelo termo e encontrei alguns artigos interessantes que aconselho a quem se interesse pelo tema. Este explica o conceito de fome emocional e no fim tem algumas dicas para minimizar a situação http://www.webmd.com/diet/features/emotional-eating-feeding-your-feelings
No final do artigo encontram links para outros artigos sobre o tema também muito bons. Gosto de ler estes artigos porque fico assim como que consciencializada para o assunto e de certa maneira ajudam-me a evitar maiores devaneios alimentares. A próxima vez que me apetecer comer M&Ms até cair para o lado, já sei que me vou lembrar das dicas para parar que estão nestes artigos.
Ora ai está uma boa resolução de ano novo: acabar com a fome emocional, ocupando o cérebro com actividades bem mais interessantes.
21 de dezembro de 2012
ADEUS MUNDO CRUEL
Este é o DIA! 21.12.2012. O dia em que de acordo com a profecia Maia o mundo irá acabar. Muitos são os artigos que tenho lido sobre o fim do mundo e gosto da perspectiva de que hoje é o DIA em que o mundo - tal como o conhecemos - termina, acaba... finito.
Estou, por isso, muito contente porque amanhã estarei a viver uma nova vida, num novo mundo, numa realidade que desconheço. ADEUS! Este é o meu post de despedida deste mundo.
Amanhã acordo - já na minha outra vida - e descubro que não me lembro do sabor do Toblerone. Muito menos recordo este chocolate a derreter-se na boca juntamente com os bocadinhos de torrão e da amêndoa. Também a partir de amanhã sou a maior fã de água. A minha bebida preferida. Tão preferida que não resisto a ingerir pelo menos 3 litros por dia. Será este o mundo em que "afogo" todas as minhas células de celulite em água mineral, sem gás e à temperatura normal (porque dizem os entendidos que emagrece mais se for consumida à temperatura normal).
Amanhã serei uma aficcionada dos legumes e das sopas. E estes são os pratos reis e senhores de todos os meus jantares.
No mundo que se inicia amanhã, tenho pensamentos de magra. De cada vez que como demais sinto-me cheia, enfartada... quase a vomitar. Não conheço o sabor do arroz doce da minha mãe e cozido à portuguesa não faz parte da minha ementa. Ou sequer do meu vocabulário. Aliás, nunca ouvi falar destas coisas. Nem nunca provei. E como tal, não vou arriscar... não vá ficar "enfartada".
Este é o novo mundo. Toda uma série de novas experiências no horizonte. Toda uma série de novas sensações, desejos e sabores. Só posso dizer que estou desejosa pelo fim do mundo de hoje e mal posso esperar pelo dia de amanhã. Três VIVAS para os Maias.
ADEUS e até amanhã na minha nova vida... no nosso novo mundo.
A mais pura das verdades
13 de dezembro de 2012
11 de dezembro de 2012
Em 2013... reformada
Sim, é isso mesmo. No sábado estava eu num jantar de família e percebi que eram mais os reformados que os que estão a trabalhar. E vida de reformada é muito boa. Viagens, ginásios, tempo para almoços, jantares e cursos de cozinha... tempo para dietas rigorosas e com comidinha de duas em duas horas. E pronto. Tomei uma decisão. Para o ano vou reformar-me! Ou seja, no verdadeiro significado da palavra vou ser alvo de uma autêntica REFORMA. Vou reformar o corpinho, o roupeiro, as bijuterias, o estilo e o meu próprio feitio e personalidade.
Será, como todas as reformas, um processo gradual. Primeiro vou meter os papéis para a reforma... que é como quem diz... vou inscrever-me num ginásio. Entregues os papéis é tempo de aguardar a resposta...que só chega (tal como nas aposentadorias) uns meses mais tarde. Nesses meses mais tarde espero que já se notem os primeiros sinais da reforma. E que o meu guarda roupa possa, ele próprio, reformar-se. AH, como eu gostava que as minhas calças com 300 cm de cintura se reformassem e fossem em viagem para longe... numa espécie de cruzeiro apenas com IDA.
Reforma é isto. O acto ou a acção de reformar qualquer coisa. Pode ser uma obra, uma casa, uma sala ou, no meu caso, um corpinho totalmente danificado e cujas reformas anteriores não surtiram qualquer efeito benéfico.
A todos os que queiram ajudar-me nesta reforma calórica da minha vida...fica o post e o lema: depois da Reforma... hei-de estar em forma!
Será, como todas as reformas, um processo gradual. Primeiro vou meter os papéis para a reforma... que é como quem diz... vou inscrever-me num ginásio. Entregues os papéis é tempo de aguardar a resposta...que só chega (tal como nas aposentadorias) uns meses mais tarde. Nesses meses mais tarde espero que já se notem os primeiros sinais da reforma. E que o meu guarda roupa possa, ele próprio, reformar-se. AH, como eu gostava que as minhas calças com 300 cm de cintura se reformassem e fossem em viagem para longe... numa espécie de cruzeiro apenas com IDA.
Reforma é isto. O acto ou a acção de reformar qualquer coisa. Pode ser uma obra, uma casa, uma sala ou, no meu caso, um corpinho totalmente danificado e cujas reformas anteriores não surtiram qualquer efeito benéfico.
A todos os que queiram ajudar-me nesta reforma calórica da minha vida...fica o post e o lema: depois da Reforma... hei-de estar em forma!
10 de dezembro de 2012
Cada um sabe de si
Encontrei hoje este artigo muito interessante sobre perda de peso.
http://lifestyle.publico.pt/pesomedida/313475_quem-sabe-do-meu-peso-sou-eu
Sempre achei muito confuso as diferentes "sugestões" e "receitas" para perder peso. Cada especialista dá a sua opinião e normalmente são sempre diferentes e muitas vezes completamente opostas.
Este artigo defende que "Cabe por isso a cada pessoa, sozinha ou com apoio especializado, encontrar aquilo que realmente funciona para si. Porque, em última análise, o melhor especialista sobre a nossa perda de peso somos nós próprios."
Acho que o primeiro passo é sempre a própria pessoa que tem que dar, que tem que decidir que quer perder peso, que tem que ter disponibilidade mental para deixar de comer muita coisa boa para atingir um objectivo a que se propôs. Depois é uma questão do organismo de cada um e de ver o que resulta com cada corpo. Há pessoas com muitas dificuldades de emagrer por questões de saúde, de genética. Há pessoas que basta deixarem de comer guloseimas para verem resultados. Há pessoas que precisam mesmo de serem acompanhadas por um especialista para conseguirem resultados. Há pessoas que conseguem emagrecer sozinhas. Mas em última análise, somos nós os maiores especialistas no nosso corpo porque só nós é que acompanhamos todas as reacções a qualquer alimento que metemos à boca.
Apesar de não ter feito muitas dietas na minha vida, já percebi claramente que só consigo emagrecer se me focar no resultado que quero obter e se fizer uma dieta rigorosa nos primeiros meses. Se não me conseguir focar no objectivo não consigo fazer a dieta rigorosa. Neste momento é isso que me está a acontecer. Não me consigo focar no objectivo porque não tenho disponibilidade mental para o fazer. Tenho demasiadas coisas a acontecer, demasiados objectivos e há sempre alguma coisa que fica para trás. Mas pelo menos já percebi qual o processo que funciona comigo e isso já é muito bom.
http://lifestyle.publico.pt/pesomedida/313475_quem-sabe-do-meu-peso-sou-eu
Sempre achei muito confuso as diferentes "sugestões" e "receitas" para perder peso. Cada especialista dá a sua opinião e normalmente são sempre diferentes e muitas vezes completamente opostas.
Este artigo defende que "Cabe por isso a cada pessoa, sozinha ou com apoio especializado, encontrar aquilo que realmente funciona para si. Porque, em última análise, o melhor especialista sobre a nossa perda de peso somos nós próprios."
Acho que o primeiro passo é sempre a própria pessoa que tem que dar, que tem que decidir que quer perder peso, que tem que ter disponibilidade mental para deixar de comer muita coisa boa para atingir um objectivo a que se propôs. Depois é uma questão do organismo de cada um e de ver o que resulta com cada corpo. Há pessoas com muitas dificuldades de emagrer por questões de saúde, de genética. Há pessoas que basta deixarem de comer guloseimas para verem resultados. Há pessoas que precisam mesmo de serem acompanhadas por um especialista para conseguirem resultados. Há pessoas que conseguem emagrecer sozinhas. Mas em última análise, somos nós os maiores especialistas no nosso corpo porque só nós é que acompanhamos todas as reacções a qualquer alimento que metemos à boca.
Apesar de não ter feito muitas dietas na minha vida, já percebi claramente que só consigo emagrecer se me focar no resultado que quero obter e se fizer uma dieta rigorosa nos primeiros meses. Se não me conseguir focar no objectivo não consigo fazer a dieta rigorosa. Neste momento é isso que me está a acontecer. Não me consigo focar no objectivo porque não tenho disponibilidade mental para o fazer. Tenho demasiadas coisas a acontecer, demasiados objectivos e há sempre alguma coisa que fica para trás. Mas pelo menos já percebi qual o processo que funciona comigo e isso já é muito bom.
4 de dezembro de 2012
Sexy
Mais uma vez, Aunty Acid, com a sua imensa sabedoria, adivinhou o que eu estava mesmo a precisar de ouvir (ou ver neste caso).
30 de novembro de 2012
29 de novembro de 2012
É mesmo isto...
... que os meus neurónios me tentam dizer todos os dias, várias vezes ao dia. A Häagen-Dazs acertou em cheio! E normalmente "este desejo" envolve sempre grandes doses de calorias. E se eu não reprimo o desejo, depois vêm com a catilena da culpa e a culpa pede sempre mais calorias e... acho que já perceberam a ideia, certo? Resultado: enorme vontade de fugir das balanças, espelhos e fotografias e desejo de passar o dia dentro de umas calças de fato de treino larguissimas porque nenhuma roupa que existe no armário serve.
28 de novembro de 2012
27 de novembro de 2012
Sonhos para 2013
E pronto. De domingo para segunda-feira tive um sonho fantástico. Estava a correr, pelo jardim, usava uma fita no cabelo tipo Olivia Newton John no teledisco Physical. Corria e corria e até tinha no braço um medidor da pulsação. Tinha um equipamento preto (nem em sonho visto outras cores) e estava super feliz e contente às voltas no jardim, a correr! E acordei. Cheia de energia e vontade de correr. Isto só pode ser uma antevisão em sonho do que vai ser o meu 2013: um ano dedicado a fechar a boca, apostar no exercício físico e ficar em forma como quando tinha 5 anos! Sim porque depois dos cinco anos foi sempre a desgraçar o corpinho!
Vim trabalhar e fiz então umas pesquisas para o meu ano 2013. Para começar, preciso urgentemente de fazer uma compra na internet. O site www.zaggora.com indica-me o caminho para a calça a usar no treino e nas limpezas de casa e em todas as ocasiões em que possa estar a queimar gordura!
Vou precisar também de um bom creme para o corpo e já agora escolho um que tenha benefícios na perda de celulite. Feitas as pesquisas e o estudo de mercado em TODAS as revistas femininas da praça a minha escolha recai sobre a marca Clarins com o creme Masvelt. Mais uma escolha para o meu Cabaz de Fim do Ano. Bem sei que para perder celulite só há uma boa opção, o consumo de água. Mas um bom creme ajuda sempre. Na firmeza, na textura da pele e quanto mais não seja porque nos faz sentir bem... e só isso já é razão suficiente para esta escolha de consumo.
E depois há todas uma panóplia de coisas que terão que povoar a minha residência: fruta, legumes, talvez a Bimby, barritas energéticas e proteícas que não engordem. Será toda uma nova vida para a minha cozinha e um novo equipamento para o meu frigorífico.
Uns bons ténis também fazem parte do cabaz mas nesse capítulo ainda estou muito indecisa.
E por fim, há que apostar no soutien. Uma coisa forte que permita que as caminhadas avancem para umas corridinhas sem que as mamas abanem como se fossem cair ao chão.
Sou fã da Dama de Copas e por isso em Dezembro vou dar lá um saltinho. Gosto sempre do aconselhamento de "maminhas" que elas me proporcionam.
E feita a seleção maravilha para 2013, escusado será explicar aqui que Dezembro será o mês do pesadelo. Contrariando os meus próprios sonhos, Dezembro será o mês para festejar: o meu aniversário, o Natal, o fim deste ano, o começo de um ano que pretendo muito melhor (gosto de anos ímpares), entre outros festejos. E, claro, que todos eles envolvem preguiça, sofá, comidinha da boa, doces com fartura, bolos e Toblerone. O SONHO, esse, só em 2013. Mas uma coisa é certa... será a partir do primeiro dia!
Vim trabalhar e fiz então umas pesquisas para o meu ano 2013. Para começar, preciso urgentemente de fazer uma compra na internet. O site www.zaggora.com indica-me o caminho para a calça a usar no treino e nas limpezas de casa e em todas as ocasiões em que possa estar a queimar gordura!
Vou precisar também de um bom creme para o corpo e já agora escolho um que tenha benefícios na perda de celulite. Feitas as pesquisas e o estudo de mercado em TODAS as revistas femininas da praça a minha escolha recai sobre a marca Clarins com o creme Masvelt. Mais uma escolha para o meu Cabaz de Fim do Ano. Bem sei que para perder celulite só há uma boa opção, o consumo de água. Mas um bom creme ajuda sempre. Na firmeza, na textura da pele e quanto mais não seja porque nos faz sentir bem... e só isso já é razão suficiente para esta escolha de consumo.
E depois há todas uma panóplia de coisas que terão que povoar a minha residência: fruta, legumes, talvez a Bimby, barritas energéticas e proteícas que não engordem. Será toda uma nova vida para a minha cozinha e um novo equipamento para o meu frigorífico.
Uns bons ténis também fazem parte do cabaz mas nesse capítulo ainda estou muito indecisa.
E por fim, há que apostar no soutien. Uma coisa forte que permita que as caminhadas avancem para umas corridinhas sem que as mamas abanem como se fossem cair ao chão.
Sou fã da Dama de Copas e por isso em Dezembro vou dar lá um saltinho. Gosto sempre do aconselhamento de "maminhas" que elas me proporcionam.
E feita a seleção maravilha para 2013, escusado será explicar aqui que Dezembro será o mês do pesadelo. Contrariando os meus próprios sonhos, Dezembro será o mês para festejar: o meu aniversário, o Natal, o fim deste ano, o começo de um ano que pretendo muito melhor (gosto de anos ímpares), entre outros festejos. E, claro, que todos eles envolvem preguiça, sofá, comidinha da boa, doces com fartura, bolos e Toblerone. O SONHO, esse, só em 2013. Mas uma coisa é certa... será a partir do primeiro dia!
O Nobel é meu
Vejam bem este link que aqui coloco hoje e depois digam-me lá se não sou eu que vou ganhar o próximo Nobel. Claro que será o Nobel da Engorda porque o consumo de chocolate não me faz esperta para deixar de comer porcarias e enfardar doces como se não houvesse amanhã!
Mas nos entretantos sabe sempre bem ler notícias destas porque assim tenho mais uma desculpa para comer chocolate. Se bem que não preciso de desculpas porque quando me apetece como mesmo e não há quem me impeça. Nem a esperteza!
Histórias da vida real
Estava eu hoje no ginásio a tentar caber num dos dois pares de calças que me servem a pensar que estava gorda e mal vestida e outras coisas parecidas quando eis que ouço este diálogo
Oh Joana quanto é que pesas?
54 kgs
Ai, ó pá hoje pesei-me e tenho 50 kgs.
Depois disto o único pensamento que me ocorreu foi
Bolos. Muitos bolos cheios de chocolate e de creme. Já!
Oh Joana quanto é que pesas?
54 kgs
Ai, ó pá hoje pesei-me e tenho 50 kgs.
Depois disto o único pensamento que me ocorreu foi
Bolos. Muitos bolos cheios de chocolate e de creme. Já!
19 de novembro de 2012
Sem Banda Sonora
O meu leitor de mp3 avariou-se. Carreguei-lhe a bateria e quando ia ligá-lo, não liga. Recusa-se. Nem uma luzinha acende. O pânico foi total. O meu zen creative ia comigo para todo o lado. E agora?
Por causa do Gaspar não dá para comprar outro. Sim, porque nem pensar em comprar apenas 2 gigas. Isso não é nada para mim. Para me acompanhar só para cima de 16 gigas de música: selecção para dias de sol, para dias de inverno, para o ginásio, para o regresso a casa e claro, rádio. E ir arranjar aquele? Ainda não tive coragem para ir ouvir o orçamento do arranjo. :s
Por isso agora ando sem música. Ouço as minhas próprias passadas na rua, ouço o pessoal a arfar de cansaço no ginásio e o pior ouço as conversas dos outros nos transportes públicos. E se por um dia tudo isto é engraçado, ao fim de algum tempo é assustador, é aborrecido e o percurso trabalho-casa deixa de parecer um filme e passa a ser um simples percurso trabalho-casa. Andar na rua com música é como aquela cena do filme Notting Hill em que o Hugh Grant anda pelo mercado e as estações passam ao som de Ain't no Sunshine. Uma cena perfeita! Agora vejam essa cena em mute... Ver, vê-se mas não é a mesma coisa, certo?. Assim é a minha vida sem leitor de mp3. Não é DE TODO a mesma coisa.
Por causa do Gaspar não dá para comprar outro. Sim, porque nem pensar em comprar apenas 2 gigas. Isso não é nada para mim. Para me acompanhar só para cima de 16 gigas de música: selecção para dias de sol, para dias de inverno, para o ginásio, para o regresso a casa e claro, rádio. E ir arranjar aquele? Ainda não tive coragem para ir ouvir o orçamento do arranjo. :s
Por isso agora ando sem música. Ouço as minhas próprias passadas na rua, ouço o pessoal a arfar de cansaço no ginásio e o pior ouço as conversas dos outros nos transportes públicos. E se por um dia tudo isto é engraçado, ao fim de algum tempo é assustador, é aborrecido e o percurso trabalho-casa deixa de parecer um filme e passa a ser um simples percurso trabalho-casa. Andar na rua com música é como aquela cena do filme Notting Hill em que o Hugh Grant anda pelo mercado e as estações passam ao som de Ain't no Sunshine. Uma cena perfeita! Agora vejam essa cena em mute... Ver, vê-se mas não é a mesma coisa, certo?. Assim é a minha vida sem leitor de mp3. Não é DE TODO a mesma coisa.
14 de novembro de 2012
13 de novembro de 2012
Dioguinho...agora magrinho
Durante toda a minha vida, vive de perto a história do filho da vizinha de baixo da minha mãe. É uma família completamente diferenciada. A mãe já teve vários maridos e tem dois filhos, um de cada qual dos maridos. O mais velho, tratado por Dioguinho, foi desde cedo obeso. Chegou mesmo a extremos de obesidade em que nem sequer saía de casa para ir estudar e ficava o dia todo a ver filmes e a jogar no computador. O miúdo claramente não tinha culpa e é mesmo o único que se aproveita (em simpatia e normalidade) naquele primeiro andar do prédio da minha mãe.
A certa altura o belo do Dioguinho colocou a banda gástrica e começou para ele toda uma nova vida: saía de casa, tinha amigos, ia trabalhar para uma loja de artigos desportivos. Ainda assim, a família não ajudou e o miúdo voltou a engordar. Até que, há uns dias, cruzei-me com o miúdo nas escadas do prédio da minha mãe. Esta já me havia informado que o Dioguinho estava completamente irreconhecível de magro que estava. Não quis acreditar. Até ao dia em que os meus olhos viram o Dioguinho, magro, magrinho, parece um autêntico palitinho. É o trauma. Até aquele que no bairro iria sempre ser encarado como gordo e sem solução, está magro que nem um vadio cão.
Impõem-se saber o que ele fez porque nem a Dra. M. teria capacidade de efetuar no Dioguinho tamanha transformação. O miúdo, hoje já um homen, está fantástico.
Ainda bem para ele. Fico feliz por ele. Sinceramente. Não conheço o miúdo a ponto de dizer bem ou mal do rapaz mas fico feliz que ele tenha conseguido reverter a história triste de obesidade e marginalização que toda a vida o acompanhou.
Fico triste porque cada vez que penso nisso penso que deveria ter força de vontade para reverter a minha própria história e não estou a conseguir. O stress não me larga e a força de vontade abandonou-me. Só vos digo, a sorte é que não sou nada depressiva porque senão já estava a caminho de um qualquer hospital, para me deitar numa maca e ser excluída de estômago para que rapidamente me pudesse juntar ao clube do Dioguinho Magrinho.
Enfim, melhores dias virão.
A certa altura o belo do Dioguinho colocou a banda gástrica e começou para ele toda uma nova vida: saía de casa, tinha amigos, ia trabalhar para uma loja de artigos desportivos. Ainda assim, a família não ajudou e o miúdo voltou a engordar. Até que, há uns dias, cruzei-me com o miúdo nas escadas do prédio da minha mãe. Esta já me havia informado que o Dioguinho estava completamente irreconhecível de magro que estava. Não quis acreditar. Até ao dia em que os meus olhos viram o Dioguinho, magro, magrinho, parece um autêntico palitinho. É o trauma. Até aquele que no bairro iria sempre ser encarado como gordo e sem solução, está magro que nem um vadio cão.
Impõem-se saber o que ele fez porque nem a Dra. M. teria capacidade de efetuar no Dioguinho tamanha transformação. O miúdo, hoje já um homen, está fantástico.
Ainda bem para ele. Fico feliz por ele. Sinceramente. Não conheço o miúdo a ponto de dizer bem ou mal do rapaz mas fico feliz que ele tenha conseguido reverter a história triste de obesidade e marginalização que toda a vida o acompanhou.
Fico triste porque cada vez que penso nisso penso que deveria ter força de vontade para reverter a minha própria história e não estou a conseguir. O stress não me larga e a força de vontade abandonou-me. Só vos digo, a sorte é que não sou nada depressiva porque senão já estava a caminho de um qualquer hospital, para me deitar numa maca e ser excluída de estômago para que rapidamente me pudesse juntar ao clube do Dioguinho Magrinho.
Enfim, melhores dias virão.
12 de novembro de 2012
Inverno
Não me dou muito bem com o Inverno. Fico nostálgica, introspectiva. Mesmo em dias de sol, as árvores despidas, as camadas de roupa, os cachecóis só me dão vontade de ficar debaixo da manta a ver séries. Ou secalhar isto hoje é só porque tive que trabalhar o fim de semana inteiro e ontem às 9 da noite estava na cama. O certo é que cada vez estou mais convencida que a minha felicidade passa por trabalhar alguns dias a partir de casa, o que no meu trabalho é perfeitamente possível. Faz-se tudo pela net e só preciso de um computador e telefone. Consigo concentrar-me perfeitamente, sem distrações, sem reuniões improdutivas e com mantinha nas pernas.
O que este tempo me faz também é ter vontade de comer. Comer coisas quentinhas, comer bolinhos e torradinhas acompanhadas por chazinho. Este fim de semana foi novamente o descalabro porque estive a trabalhar e não tive paciência para me preocupar com a dieta. A vontade de emagrecer está cá e é muita mas há outras preocupações, há outros objectivos que me estão a levar as forças todas. A dieta vai ficando para trás.
O que este tempo me faz também é ter vontade de comer. Comer coisas quentinhas, comer bolinhos e torradinhas acompanhadas por chazinho. Este fim de semana foi novamente o descalabro porque estive a trabalhar e não tive paciência para me preocupar com a dieta. A vontade de emagrecer está cá e é muita mas há outras preocupações, há outros objectivos que me estão a levar as forças todas. A dieta vai ficando para trás.
6 de novembro de 2012
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